Na tarde desta quarta-feira, 10, Adriano Bandeira, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE), e Robenilde Gonçalves, vice-diretora da entidade sindical, estiveram reunidos com o professor doutor Ângelo Roberto Antoniolli, reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), com o objetivo de promover um convênio entre as duas instituições.

“Estamos na fase de diálogo com a Coordenação de Programas, Convênios e Contratos da UFS para formalizar esse convênio que nos possibilitará diversas situações, a exemplo da futura contratação de estagiários para o Sinpol e da aproximação com pesquisadores que atuam na Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp/UFS) e no Laboratório de Estudos em Segurança e Sociedade (Lasseg/UFS). Os gestores do Governo de Sergipe precisam compreender os fenômenos da violência e criminalidade para estruturar e operacionalizar políticas públicas orientadas à redução de diversos crimes praticados em nosso estado. O cidadão de bem  tem sido diariamente vítima de furtos, roubos, homicídios, latrocínios, violência contra a mulher, estupro de vulnerável e tantos outros delitos.  Mesmo diante desse cenário negativo que o estado passa,  o governador Belivaldo Chagas não dialoga com a categoria policial civil, tão atuante nos 75 municípios sergipanos”, destacou Adriano Bandeira, presidente do Sinpol/SE.

Reivindicações da categoria

As bandeiras de luta da categoria são a necessidade do pagamento da reposição inflacionária (concedida recentemente a outras categorias de servidores públicos estaduais); reestruturação dos cargos que integram a base da Polícia Civil (Projeto Oficial de Polícia Civil); e reajuste salarial (congelado há mais de seis anos).

“O governador Belivaldo Chagas ainda não recebeu os policiais civis para o diálogo aguardado pela categoria. Ainda assim, até o momento nossas atividades continuam sendo realizadas normalmente nas delegacias e unidades da Polícia Civil nos 75 municípios sergipanos. A informação que recebemos foi de que até o dia 12 de julho ele receberia o Sinpol/SE. Embora muitos colegas apostem que seremos novamente ignorados pelo governador, ainda acredito em um diálogo possível nos próximos dias voltado para os interesses de agentes, escrivães e agentes auxiliares”, finalizou Adriano Bandeira.